quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Músicos da El Rey - Breve História


Daniel Chahin
(Voz)

Lauro Crivelaro
(Guitarra e Violão)

Alexandre Torres
(Teclados/Piano/Violão e Vocais)

Jaca Vasconcellos
(Baixo)

André Binsfeld
(Bateria/Percussão)


BREVE HISTÓRIA DOS MÚSICOS:
No início dos anos 90 o tecladista Alexandre Torres e o guitarrista Filipe Skin se conhecem durante a 2ª montagem da peça teatral Marat-Sade do alemão Peter Weiss, com direção de Juan Carlos Sosa e direção musical de Alexandre Torres, com temporadas nos teatros Goethe e São Pedro, além de incursões pelo interior do estado e Uruguai. A peça contava com músicas ao vivo, cuja banda era formada pelos músicos Alexandre Torres (Voz, Piano, Teclados e Violão), Filipe Lima Skin (Guitarra), Fábio Dias (depois Raul Miranda) (Baixo), Lúcio Martins Molu (Bateria), Joãozinho Américo (Violão e Percussão) e Bárbara (Flauta Transversal). A letra das canções era do dramaturgo Peter Weiss e a música de Néstor Monastério, as mesmas que foram criadas e utilizadas na 1ª montagem nos anos 80. No final da década de 90, Alexandre Torres e Filipe Skin conhecem o baixista Jaca Vasconcelos quando integram a banda "Fróide Explica" juntamente com os músicos Jottagá (Voz), Adriana Deffenti (depois Cris Bello e Mauren Veras) (Voz e Flauta Transversal), Rick de La Torre (depois Ivo Eduardo e André Binsfeld) (Bateria), Marco Tedesco (depois Lourenço Schmidt) (Guitarra) e Rogerinho Martins (Percussão). A banda grava o CD "Complexo de Édipo com a Mãe Alheia" e faz shows na capital e no Rio de Janeiro, onde gravam dois videos, o clipe Gordini Invocado e o Making Off, sob a direção de Carlos Kober. A banda também grava o disco do II Festival de Música de Porto Alegre e do II Fórum Social Mundial, com as músicas "Só Quero Dizer" (Jottagá) e "Xote da Amizade" (Mário Barbará), e produz clipes como Hey Tchê, Só Penso em Sexo, Mala Gêmea, Taras de Édipo, dentre outros. Em 1998 Alexandre Torres, Filipe Skin e André Binsfeld, juntamente com o baixista Denis Job criam a banda de apoio da cantora Vanessa Leão, mais tarde acompanhando também sua irmã Raquel Leão. Ainda nesta época Alexandre, Filipe, Jaca e o baterista Baboo formam a banda "On The Road" e fazem inúmeros shows na capital e são convidados a participar de "showmícios" pelo interior, onde excursionam nas "Caravanas da Cultura" ao lado de Adriana Deffenti, Banda Fróide Explica, Zé Caradípia, Flora Almeida e outros artistas gaúchos. O baixista Jaca Vasconcelos e o tecladista Alexandre Torres trabalham juntos na banda "Bella Spanka", com Grazi Badke (Voz), Amílson Silva (Bateria) e Dado Kersting (Guitarra). Entre 1995 e 1999 surge uma das bandas mais importantes da cena underground de Porto Alegre, a banda Lila Deep, formada pelos músicos Jaca Vasconcellos (Guitarra), Dado Kersting (Guitarra), Grazi Badke (Baixo e Voz), Amilson Silva (Bateria) e Claudia Barbisan (Voz). Passando por várias bandas no cenário rock/underground gaúcho como "Dellips", "Lovecraft", "Plato Divorak & os Shazans", "Plato Divorak e os Analógicos", "Wander Wildner", "She's OK", "Hipnóticos", Beto Nickhorn resolve deixar suas influências MOD tomar conta e parte para carreira solo acompanhado pelos Caras, formando a banda Beto Nickhorn & os Caras, formada pelos músicos Jaca Vasconcellos (Baixo), Beto Nickhorn (Guitarra), Amilson Silva, (depois Jazzner Messa, da banda Maria do Relento) (Bateria) e Saionara Sosa (Voz).  Mais tarde Alexandre Torres, Jaca Vasconcellos e Marco Tedesco tocam com o músico/cartunista/roteirista Cláudio Spritzer (Voz e Violão), onde gravam a primeira versão da música "Banho de Chuva". Jaca e Alexandre ainda formam a banda "Hagala" com Flávio Medina (Voz) e Sandro Zanotto (Bateria), gravando o primeiro CD da banda e clipes como Sentimento Meu, Senha, Lembrei de Você, Amor e outros. Anos depois, Alexandre, André e Jaca gravam o CD "Flores de Maio" do músico e letrista Alex Rubain. Gravam o CD "Águas de Chuva" da cantora Angélica Rizzi. André ainda grava "Loucura Urbana" com a banda "Mescalinos", ao lado de Vanessa Leão (Voz e Violão), Beto Garcia (Guitarra) e Ptrio Caletti (Baixo). Grava "Scenario Urbano" com a banda de jazz "Trio de Janeiro" ao lado de Cezar Ferreira (Piano e Gaita), Jorge Souza (Sax e Flauta Transversal) e Daniel Nodari (Guitarra e Cítara) originando clipes como African Flower, Freeturn e outros, formando mais tarde a banda "Vertentes do Solo", juntamente com Jaca Vasconcellos e os irmãos Eduardo e Luciano Lenzi (Voz,Violões e Guitarras) gravando clipes como As Aranhas, Lata D'água, Lua Nova e outros, produzidos por Marco Fábio Binsfeld. Jaca também grava o CD "Movimentos" com a banda No Quartet, ao lado de Geraldo Mueller (Bateria) e Rafael Vanoni (Guitarra), originando o clipe Movimentos. Alexandre Torres grava o primeiro CD autoral de Filipe Skin "Virginia", juntamente com Filipe e o baterista Ademir John Bohan e participa de alguns shows da banda "Skinzofrênicos" ao lado dos músicos Jeff (Baixo) e Bolada (Bateria). Deste trabalho originou-se o clipe É o Rock,  produzido pela Zeppelin e dirigido por Rodrigo Pesavento, com os músicos Filipe Skin (Voz e Guitarra), Alexandre Torres (Teclados), André Binsfeld (Bateria) e Diego (Baixo). André trabalha com o ator e músico Antônio Carlos Falcão (Voz) no início de seu projeto autoral, ao lado de Alexandre Torres (Teclados), Aldo Ibanez (Baixo) e Daniel Nodari (Guitarra). Também acompanha o trabalho de Falcão em seu show performático Betânia. No final dos anos 90 os músicos da "Banda do Dorinho" criam a banda "Trybu Wudú", com Alemão Eugênio (falecido em junho de 2012) (Voz e Violão), Bando (Voz e Percussão), Robson Serafini (Guitarra) e Bira Estivalet (Baixo), convidando o tecladista Alexandre Torres, o baixista Jaca Vasconcellos e o guitarrista Filipe Skin para excursionar pelo interior do estado com seus shows. A banda faz apresentações na França e de volta ao Brasil produz o clipe Baião do Sem-Terra, dirigido por Claudio Catota, com participação de Renato Borghetti. Jaca Vasconcellos e André Binsfeld ainda trabalham com o músico Deco Prado no CD "Folhas Ao Chão", originando clipes como Folhas ao Chão e Desenho. O tenor Daniel Chahin e o instrumentista Lorenzo Credidio se conhecem desde os tempos de escola, onde desde então trabalham juntos em diversos projetos musicais, como a composição e gravação da música Cry For a Smile, da banda de metal Moonlight, ao lado dos baixistas Daniel Becker e Felipe Franciose, e do baterista Eduardo Baldo, músico da conceituada banda Hibria. Com Notórios, banda cover dos anos 80, juntamente com o guitarrista Luciano Silva gravam uma versão da música Kiss, do Prince. O guitarrista Lorenzo Credidio e o cantor paulista Daniel Chahin, além de trabalhos de músicas próprias e tributos a bandas como Whitesnake, Led Zeppelin e The Doors, formam a banda Fireball, cover da banda Deep Purple. No inverno de 2010, Daniel e Lorenzo ouvem bastante Secos & Molhados, ouvem tanto que começam a tocar os dois primeiros discos inteiros da banda, surgindo a inspiração de tocarem ao vivo aquelas canções num projeto novo. Convidam o baterista Leco Haas, músico da banda de rock n' roll Doctor Dog, e o baixista Jaca Vasconcellos, com o propósito de tocarem somente Secos & Molhados. Jaca logo tem a idéia de convidar seu amigo, o músico da banda The Flashback Band, o tecladista Alexandre Torres para, assim, criarem a 1ª formação da banda "El Rey". Em 2011 o baterista Leco Haas deixa a banda, dando lugar a entrada do músico André Binsfeld, e em maio de 2012 o guitarrista Filipe Skin, recém chegado do Rio de Janeiro, onde trabalhou com Fernanda Abreu e outros artistas entra para a banda, tocando guitarra, violão de 12 cordas e gaita harmônica, fazendo seu último show com a banda em janeiro de 2013, embora ainda teria feito mais duas participações especiais depois disso. Em novembro de 2015 o guitarrista Lorenzo Credidio deixa a banda, partindo para outros trabalhos, como a participação como baixista na banda Motoravella, etc. Durante o ano de 2016 a banda não realizou nenhum show, período de total afastamento dos palcos. Foi então que no início de 2017, o tecladista Alexandre Torres convida o guitarrista Lauro Crivelaro para compor o quinteto, surgindo assim a formação atual da banda "El Rey".

segunda-feira, 30 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Show Dia 26/07 - DHOMBA


Dhomba apresenta show com a banda EL REY, fazendo seu elogiadíssimo 
tributo a lendária banda brasileira SECOS E MOLHADOS. 
Participação da banda Vertentes do Solo.

Ingressos a 15,00 na hora ou 10,00 com nome na lista.

*A lista encerra às 18:00h. Entrada com desconto até à meia-noite.

**EL REY: Com o objetivo nostálgico de reviver a sonoridade e a 
excentricidade de uma das bandas mais exóticas e criativas do Rock e da Música 
Popular Brasileira, surge no ano de 2010 em Porto Alegre depois 
de quase 40 anos do Lançamento do 1º Álbum dos Secos e Molhados, 
o grupo cover El Rey que é formado pelos músicos:

Daniel Chahin – Vocal
Felipe Lima Skin – Guitarra, Violão e Vozes
Alexandre Torres – Teclados, Violão, Arranjos e Vozes
Jerônimo Jaca Vasconcellos – Baixo e Violão 
André Binsfield – Bateria, Percussão 

A banda El Rey propõe reviver a sonoridade dos Secos e Molhados 
para aqueles que viveram os anos 70 e para quem sempre quis viver ou 
relembrar dessa época dourada da MPB.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Novo Guitarrista - Filipe Skin

(clique na Imagem para Ampliar)

O guitarrista Filipe Lima Skin estréia no próximo 
show da banda, dia 26 de julho, somando violões e guitarras 
com Lorenzo Credidio.

 Filipe já está entrosado na banda e 
ensaia desde o final de maio.
O mais novo integrante da El Rey tocará 
guitarra, violão, violão de 12 cordas
e harmônica, - além dos vocais.

Próximo Show: Dia 26 de julho, no Dhomba 
Abertura: Banda Vertentes do Solo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Próximo Show

PRÓXIMO SHOW SERÁ DIA 26 DE JULHO - 22H - NO DHOMBA
EM BREVE MAIORES INFORMAÇÕES
Clique AQUI para visualizar a Agenda do Dhomba

sexta-feira, 30 de março de 2012

Foto Histórica

Foto: Dezembro de 1973 - (Rádio Farroupilha) - Porto Alegre
João Ricardo, Radialista Dilamar Machado, Ney Matogrosso e Gerson Conrad.


segunda-feira, 19 de março de 2012

Show no Dhomba - Fotos


Belíssimo show da El Rey Secos & Molhados ontem lá no Dhomba, uma das melhores 
bandas tributos que já vi, quiçá a melhor mermo! Interpretação imbatível!
A gente sempre vem agradecer aos amigos pelas noites, mas a coisa vai muito 
além disso, a cada show conhecemos dezenas de pessoas queridas, sem contar em 
toda a aprendizagem, histórias malucas e conversas phaserzeanas após os shows. 
Ontem foi especialmente em especial...
Christhianz Braga (Vocalista da Banda The Phasers) 




sexta-feira, 9 de março de 2012

Banda El Rey

(clique na imagem para ampliar)
A Banda El Rey ensaia com novo
baterista e promete um show de qualidade. 
No show do dia 15 de março, no Dhomba, a banda  deverá 
subir ao palco e apresentar as seguintes músicas:
Sangue Latino/O Vira/Rosa de Hiroshima/Assim Assado/Amor/
O Patrão Nosso de Cada Dia/Primavera nos Dentes/
O Hierofante/Mulher Barriguda/Fala/Delírio/
Flores Astrais/Angústia/Tercer Mundo/
O Doce e o Amargo e Não, Não Digas Nada

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Próximo Show

O próximo show da Banda El Rey será no dia 15 de março, 
quinta-feira, no Dhomba. Nesta apresentação teremos
a participação do conceituado baterista André Binsfeld,
que substituirá Leco Haas. Leco terá de se afastar da banda  
durante o período 6 meses, por motivos de viagem. 

Apesar disto, a banda ficou tranquila ao saber que o baterista 
André Binsfeld já confirmou a sua participação na El Rey e 
substituirá Leco neste primeiro semestre. André Binsfeld, além
de excelente músico, já tem total entrosamento com a banda.   

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Próximo Show

Confirmado hoje o nosso próximo show. Rei Magro Produções apresenta
noite especial "Mutantes e Secos & Molhados" com os Arnaldos e a El Rey no
Garagem Hermética. Sábado, dia 27 de agosto. Breve mais informações.

domingo, 19 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O Patrão Nosso de Cada Dia - Bar Ocidente

Daniel Chahin - Voz
Alexandre Torres - Violão e Vocal
Lorenzo Credidio - Teclados e Vocal
Jaca Vasconcellos - Baixo
Leco Haas - Bateria

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Eu só sei de mim, de nós, de todo o mundo...

 É sempre bom lembrar os Secos & Molhados. Suas músicas até hoje estão na memória de muita gente. Os fãs têm os arranjos na cabeça, isso sem falar nas letras. As intensidades dos elementos poéticos e sonoros de cada verso ainda sobrevivem ao tempo. O legal é que a sonoridade apesar de parecer simples na realidade não o é. Alguns detalhes são bem complicados de se fazer ao vivo. Linhas de harmônicas, solos de flautas, timbres de guitarras e vozes são exemplos disto. Quem, hoje em dia, não gostaria de poder ouvir os dois primeiros LPs dos Secos & Molhados ao vivo? Muita gente. Quando nos propomos reviver essa sonoridade estávamos cientes das dificuldades, mas também do quanto gratificante seria relembrar esses momentos. O trabalho é árduo e constante, sabemos, mas também extremamente prazeroso.
Obviamente não temos pretensão de nos passar pelos Secos & Molhados, isso nunca passou por nossas cabeças. Temos nosso objetivo muito claro, assim como nossas limitações. O que fazemos é uma  homenagem às obras primas que foram os dois primeiros discos dos Secos & Molhados. E para isto  procuramos ser o mais honesto possível evitando releituras, novos arranjos ou mudanças de tonalidades. A maioria das músicas são executadas com os mesmos instrumentos utilizados nas gravações originais, mantendo inclusive o tom da voz principal. Em apenas algumas canções mais introspectivas introduzimos elementos diferenciados visando dar maior dinamismo nas  apresentações ao vivo. No mais, procuramos manter toda a estética original dos Secos & Molhados.
 E é por isto que estamos aqui. Não nos consideramos apenas mais uma banda cover dos Secos & Molhados, pois, apesar de tudo, também temos a nossa assinatura, que é o nosso jeito de fazer os Secos & Molhados. A idéia partiu da concepção à chegada dos músicos da El Rey, - fizemos um caminho inverso. Os músicos foram chamados para este trabalho por que conheciam, gostavam e tocavam essas músicas. - A gente conhecia as canções antes mesmo de nos conhecer. A integração foi mais do que um mero trabalho a desenvolver. Foi uma entrega. Fizemos por que acreditamos. 
E esperamos que o público se emocione assim como nos emocionamos ao executar cada canção, pois além de reviver uma das maiores bandas brasileiras já consagrada no nosso cenário musical estamos levando também letras e canções que fizeram parte de um tempo que já não volta mais.

sábado, 21 de maio de 2011

Mulher Barriguda ao Vivo no Bar Ocidente

Daniel Chahin: Voz
Lorenzo Credidio: Guitarra e Vocal
Alexandre Torres: Teclados e Vocal
Jaca Vasconcellos: Baixo
Leco Haas: Bateria

El Rey - Programa Radar TVE

Entrevista com a Banda El Rey no Programa Radar da TVE - 04/05/2011
Amor e Sangue Latino - versão acústica com Daniel Chahin e Lourenzo Credidio

sábado, 30 de abril de 2011

Banda El Rey - Show no Ocidente

Quinta-feira, dia 05/05 no Bar Ocidente.
A banda toca as músicas dos 2 discos dos Secos & Molhados 
mantendo arranjos e tonalidades originais.
Venha curtir ao vivo esse som!
Sorteio de Ingressos na Rádio Ipanema FM
Entrevista no Programa Radar da TVE - Quarta, dia 04/05

quinta-feira, 21 de abril de 2011

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Gerson Conrad deseja Sorte pra El Rey

No dia 23 de junho, antes do primeiro show da El Rey 
Gerson Conrad desejou sorte para a Banda.
Valeu, Gerson!
"Que ótimo! obrigado por ajudar a manter a memória dos S&Ms viva.
Viajo amanhã para Rio Branco (Acre). Dia 26/06 farei uma participação 
com o grupo O SONSO de Fortaleza no Festival Chico Preto 
que acontece nesse fim de semana. Marca Também o lançamento do CD 
do grupo em que gravei uma das faixas.
Sorte!"
Gerson Conrad
Orkut 23/06/2010 - Recado de Gerson Conrad deixado no Orkut para o tecladista Alexandre Torres 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Artigo: Assim Assado - Tributo aos Secos & Molhados

ASSIM ASSADO
TRIBUTO AO SECOS & MOLHADOS - 2003

1. Sangue Latino - Nando Reis
2. O Vira - Falamansa e Maskavo
3. O Patrão Nosso de Cada Dia - Toni Garrido
4. Amor - Ira
5. Primavera nos Dentes - Eduardo Dussek
6. Assim Assado - Capital Inicial
7. Mulher Barriguda - Pitty
8. El Rey - Matanza
9. Rosa de Hiroshima - Arnaldo Antunes
10. Prece Cósmica - Raimundos
11. Rondo do Capitão - Pato Fu
12. As Andorinhas - Marcelinho da Lua
13. Fala - Ritchie

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Artigo: Secos & Molhados no México

"O Conjunto brasileiro Secos & Molhados, que alcançou sucesso em todo o Brasil, 
deixou São Paulo na manhã de ontem com destino ao México. Naquele pais, os 
integrantes do conjunto farão o lançamento do LP que bateu todos os recordes de 
vendagem no território nacional do ano passado. Pelo que está no programa, além 
das apresentações na Tv mexicana, o Secos & Molhados farão shows em clubes na 
cidade do México e em seguida, seguirão para os Estados Unidos, onde acertarão 
contratos para apresentações especiais. O empresário Moracy do Val não embarcou, 
como estava previsto." (Folha de São Paulo, maio de 1974).

Por Paulo Cezar (SECOS E MOLHADOS - NEY MATOGROSSO - BAU DE RARIDADES)

Artigo: O Legado

Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posiciou o primeiro LP em 5º lugar na sua Lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a "Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano" o colocou na 97ª posição.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Secos_%26_Molhados

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

OS MÚSICOS DA EL REY


Daniel Chahin
Vocal

Lorenzo Credidio
Guitarra/Violão/Vocal

Alexandre Torres
Teclados/Violão/Arranjos/Vocal

Jerônimo Jaca Vasconcellos
Baixo/Violão

Leco Hass
Bateria/Percussão/Vocal

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Artigo: CD 2 em 1

Secos & Molhados - Série Dois Momentos (1999)

1. Sangue Latino 
2. O Vira 
3. O Patrão Nosso De Cada Dia 
4. Amor 
5. Primavera Nos Dentes 
6. Assim Assado 
7. Mulher Barriguda 
8. El Rey 
9. Rosa De Hiroshima 
10. Prece Cósmica 
11. Rondó Do Capitão 
12. As Andorinhas 
13. Fala 
14. Tercer Mundo 
15. Flores Astrais 
16. Não, Não Digas Nada 
17. Medo Mulato 
18. Oh! Mulher Infiel 
19. Vôo 
20. Angústia 
21. O Hierofante 
22. Caixinha De Música Do João 
23. O Doce E O Amargo 
24. Preto Velho 
25. Delírio 
26. Toada & Rock & Mambo & Tango & Etc. 



Em 1999 foi editado uma série 2 em 1 (Secos & Molhados - Série Dois Momentos) incluindo os dois primeiros discos dos Secos & Molhados. A produção foi coordenada pelo baterista dos Titãs, Charles Gavin, para a desgraça de João Ricardo, que não gostou nada da iniciativa, principalmente porque Gavin realizou algumas edições nas canções, sem consultá-lo. Realmente muitas canções ficaram diferentes, tais como Vôo, Tercer Mundo, Assim Assado, Sangue Latino e principalmente Rosa de Hiroshima, onde o contrabaixo foi editado com atraso proposital na melodia. No mais, o material  apresenta o grupo às novas gerações, além do quê - para o deleite dos fãs, há várias inserções de frases instrumentais que foram suprimidas nas gravações originais, como é o caso dos violões em Sangue Latino e Tercer Mundo, flautas em Assim Assado, além de mais tempo de fade out nas músicas Fala, Vôo e outras. 

Artigo: A MELHOR CAPA

Secos & Molhados - Continental (1973)

1. Sangue Latino (João Ricardo/Paulinho Mendonça) 2:07
2. O Vira (João Ricardo/Luli) 2:12
3. O Patrão Nosso de Cada Dia (João Ricardo) 3:19
4. Amor (João Ricardo/João Apolinário) 2:14
5. Primavera nos Dentes (João Ricardo/João Apolinário) 4:50
6. Assim Assado (João Ricardo) 2:58
7. Mulher Barriguda (João Ricardo/Solano Trindade) 2:35
8.
El Rey (Gerson Conrad/João Ricardo) 0:58
9.
Rosa de Hiroshima (Gerson Conrad/Vinicius de Moraes) 2:00
10.Prece Cósmica (João Ricardo/Cassiano Ricardo) 1:57
11.Rondó do Capitão (João Ricardo/Manuel Bandeira) 1:01
12.As Andorinhas (João Ricardo/Cassiano Ricardo) 0:58
13.Fala (João Ricardo/Luli) 3:13



Gravações do 1º disco

Ney Matogrosso: vocal
João Ricardo: violões de 6 e 12 cordas, harmônica de boca e vocal
Gerson Conrad: violões de 6 e 12 cordas e vocal
Marcelo Frias: bateria e percussão
Sérgio Rosadas: flauta transversal e flauta de bambu
John Flavin: guitarra e violão de 12 cordas
Zé Rodrix: piano, ocarina e sintetizador
Willi Verdaguer: baixo
Emilio Carrera: piano

Capa do álbum Secos & Molhados, por Antonio Carlos Rodrigues 

Secos e Molhados pode ser considerado um dos maiores fenômenos musicais produzidos em terras brasileiras. Em uma época de censura e repressão, o grupo surge em 1974, causando impactos sonoros e visuais.  O grupo, formado por Ney Matogrosso, João Ricardo, Gerson Conrad e Marcelo Frias causou espanto nos conservadores da época, mas levou o público ao delírio. O primeiro álbum da banda, Secos e Molhados, vendeu quase um milhão de cópias, em uma época que não se conseguia vender muito além de 100 mil exemplares. O impacto do grupo surge logo na capa de seu primeiro álbum. A foto é de Antonio Carlos Rodrigues, na época fotojornalista do jornal carioca Última Hora. Rodrigues era colega de trabalho de João Apolinário, pai de João Ricardo. Foi Apolinário quem fez a ponte entre o grupo e o fotógrafo. A concepção da capa foi de Antonio Carlos Rodrigues. Ele já havia realizado a idéia anteriormente, mas a cabeça que era “servida” era de sua mulher. As fotos feitas foram publicadas na revista Fotoptica. João Apolinário, ao ver estas imagens, convidou Rodrigues para realizar a capa do álbum.
Para a preparação da imagem, todos, banda e fotógrafo, cooperaram na montagem do cenário até que se chegasse ao resultado perfeito. João Ricardo comprou em um mercado próximo gêneros alimentícios e outros produtos para decorar e compor a mesa da foto. Rodrigues gastou uma madrugada inteira para criar o clima desejado, com os músicos sentados o tempo todo em cima de tijolos. Ao final, classificou sua fotografia como algo fantástico. Após a sessão de fotos os músicos consumiram parte dos alimentos e beberam vinho. Todo esse trabalho valeu à pena e o resultado entrou para a história. Em 2001, a Folha de S. Paulo promoveu uma enquete com 146 personalidades da área artística e do jornalismo para eleger a melhor capa da história da música brasileira. O álbum Secos e Molhados foi o vencedor, à frente de Todos os Olhos, de Tom Zé, Índia, de Gal Costa, Tropicália ou Panis et Circensis, de Gil, Caetano, Mutantes e companhia, Minas, de Milton Nascimento, dentre outros.
Estúdio Prova